Nos Campos Gerais muita família multiplicou o negócio em poucos anos. A operação cresceu, a área aumentou, o galpão virou dois, a transportadora virou frota, a agroindústria passou a exportar. O patrimônio acompanhou em tamanho, e é mérito de quem fez. O que quase nunca acompanhou foi a organização dele: ele continua arrumado do jeito que foi montado quando a empresa era menor, tudo na operação, tudo na mesma cidade, tudo respondendo ao mesmo ciclo. A Sala do Investidor é um atendimento individual sobre lançamentos em cinco praças do litoral de Santa Catarina, e com você a conversa é sobre atualizar essa arrumação para o tamanho que o negócio tem hoje.
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Em Ponta Grossa, em Castro, em Carambeí, em Palmeira, em Tibagi, em Telêmaco Borba, em Irati, em Jaguariaíva, em Arapoti e em Piraí do Sul eu converso com famílias que estão num ponto bem específico: o negócio deu certo e deu certo rápido. Isso não é sorte e não é discurso de corretor: é polo logístico e agroindustrial com expansão de patrimônio privado acontecendo em velocidade alta, e quem está dentro dessa curva sabe exatamente do que eu estou falando.
Aqui ninguém deixou de pensar. Pensaram, e pensaram certo, só que pensaram para um negócio que era metade do tamanho que ele tem hoje. Naquela época concentrar tudo na operação e tudo na mesma praça era a decisão correta, porque era ali que o dinheiro rendia e era ali que a família conhecia o terreno. O que mudou não foi a qualidade daquela decisão: foi o tamanho do que ela organiza. E ninguém parou para refazer a arrumação enquanto o negócio triplicava, porque quem está crescendo rápido está ocupado crescendo.
É uma região que entende isso melhor que qualquer outra, porque é o que ela faz todo dia: aqui se sabe que cada carga tem destino, tempo de parada e lugar certo no pátio, e ninguém daqui aceitaria um pátio onde tudo fica estacionado no mesmo canto só porque sempre foi assim. Com patrimônio o raciocínio é o mesmo, e é só isso que eu proponho olhar.
Tudo na operação, tudo na mesma cidade, tudo exposto ao mesmo ciclo. Estava certo quando foi montada, e é o que permitiu o negócio crescer do jeito que cresceu.
Outro patrimônio, outro volume, outra capacidade de decisão. A pergunta deixa de ser onde colocar o próximo real e passa a ser onde cada peça fica, e para quê.
Um imóvel no litoral entra como a primeira peça escolhida já para o tamanho atual, e não herdada do tamanho antigo: outro mercado, outro pagador, outro calendário, e fora da operação.
Esse é o argumento central, e ele cabe numa frase. O imóvel é da família: quem decide o período é você, com antecedência, e não a lista de espera de quem reservou primeiro. Nos períodos em que ninguém da família aparece, ele fica locado e passa a ter receita própria em vez de só gerar despesa. É a diferença entre um bem parado e um bem que trabalha enquanto está vazio.
Isso não é promessa de rendimento e eu não vou tratar como se fosse. Condomínio, IPTU, manutenção e a taxa de quem administra entram na mesma folha que a parcela, e é essa folha inteira que eu levo para a conversa, não só a parte bonita dela.
O calendário de uso é combinado por vocês, e a data sai quando a viagem for possível para a família, não quando sobrar lugar. Para quem vive de safra, de obra e de entrega, isso importa mais do que parece.
Nos períodos vazios o imóvel fica locado por temporada. Quanto entra depende do prédio, do andar e da época, e isso vai por escrito, nunca como projeção.
Ninguém de Ponta Grossa, de Castro, de Carambeí ou de Telêmaco Borba chega aqui sem parâmetro, e o seu é bem concreto, porque você tem uso imediato para capital. São quase sempre estes três, e a conversa fica melhor quando eles entram na mesa desde o começo, em vez de ficarem na sua cabeça enquanto eu mostro planta. Existe uma quarta opção, que é deixar o recurso no banco ou em aplicação: essa eu não disputo e nem sou a pessoa para falar dela. Quem compara retorno de investimento financeiro é o seu assessor, não o corretor.
Mais um galpão, mais um caminhão, mais área, mais uma linha. É o movimento natural de quem está crescendo e muitas vezes é a decisão certa, porque ninguém estima o retorno daquele aporte melhor que você. Eu não disputo isso, e tem uma seção desta página só sobre onde ele ganha de mim.
A sala, o terreno, o barracão para renda. É o parâmetro mais honesto que você tem, porque esse mercado você avalia sozinho e sabe quem paga aluguel na sua cidade. Eu comparo linha por linha, com a tabela dos dois lados na data da conversa.
Caiobá, Matinhos, Guaratuba, Pontal do Paraná. É a praia da tradição da região, muita gente daqui tem ou já teve casa lá, e eu não tenho uma gota de superioridade a oferecer sobre ela. Ela faz um trabalho que nenhum lançamento meu faz.
Se a ideia é escolher a peça para o tamanho de hoje, a escolha começa aqui. As cinco cabem num trecho curto de costa e se comportam de forma distinta: densidade de lançamento, gabarito permitido, perfil de quem compra e perfil de quem aluga. Quem olha só o preço do metro quadrado escolhe a praça errada, e quem escolhe pela praia que já conhece de visita escolhe por um motivo que não é o mercado dela.
Número de mercado envelhece rápido, então nenhum deles aparece nesta página: preço de tabela, metro quadrado por praça e ocupação de temporada vão para a sua mão por escrito, com data e com a origem de cada um. Projeção de retorno futuro não existe em material meu.
O mercado mais líquido e mais caro dos cinco, com a maior concentração de produto alto padrão e de comprador de fora do estado.
Vizinha de BC pelo túnel, com ocupação mais recente e outro tipo de prédio. Costuma interessar a quem achou BC movimentada demais.
Obra nova concentrada na orla e entrada mais baixa para o mesmo tipo de produto. É onde o mesmo aporte rende mais metro.
Península com área construível limitada e gabarito baixo. Outro tipo de imóvel e uma temporada bem mais sazonal que as duas primeiras.
Baías abrigadas e lançamento mais recente, na direção de Florianópolis. Entrada mais baixa e liquidez menor que a de BC.
Se eu só elogiasse a minha praça você desconfiaria, com razão. E eu estou falando com quem põe dinheiro para trabalhar no próprio negócio e vê o resultado aparecer. Então vai a parte que o anúncio não escreve.
Continue investindo na operação, que é onde você é bom e onde você tem a informação que ninguém de fora tem. Nada do que eu vendo substitui isso, e eu não estou propondo que substitua.
A conversa é sobre uma fatia do que sobra, e sobre essa fatia existir fora do mesmo ciclo: outro mercado, outro pagador, outro calendário, no nome da família, usada no período que vocês escolherem e locada no resto do ano. Uma não ocupa o lugar da outra, e é por isso que faz sentido olhar as duas na mesma mesa em vez de escolher entre elas.
É rápido. Serve para eu levar o material da praça que interessa a você, em vez de um catálogo genérico.
Uma conversa marcada no seu horário. Comparo as praças lado a lado e coloco o parâmetro da sua cidade na mesma tabela, com estágio de obra e fluxo de pagamento.
Plantas, tabela vigente e o cenário de cada opção em PDF, com data. Material que dá para levar ao contador e à reunião de família sem eu estar na sala.
A entrada mínima é 10% do valor de tabela, e ela é negociável: eu escuto a sua proposta e levo ela para a construtora. Durante a obra você paga entre 40% e 50% do imóvel, distribuído em parcelas mensais, balões anuais e um pagamento maior na entrega das chaves.
O saldo que sobra depois das chaves é o ponto que decide o negócio, e é justamente o que quase ninguém analisa com cuidado antes de assinar. Ele tem dois caminhos, e os dois cobram juros de formas diferentes.
Entra depois da entrega da obra. O prazo é longo, e a taxa depende da sua análise de crédito e da avaliação do imóvel, então o custo real só aparece quando o banco responde.
Negociado direto com quem construiu, sem passar pela análise do banco. Em geral o prazo é mais curto e o saldo é corrigido pelo índice que está no contrato, então o custo depende do índice e do prazo que der para negociar.
Qual dos dois sai mais barato muda de caso para caso, e a diferença entre eles não é pequena. A consultoria financeira que trabalha comigo simula os dois cenários com os seus números e mostra qual deles cobra menos juros na sua situação. Esse estudo é parte do atendimento, não um serviço à parte: é o que eu faço antes de você assinar qualquer coisa.
Corretor de lançamentos no litoral de Santa Catarina, da 2RW Group. Moro e trabalho aqui, atendo as cinco praças desta página e respondo pelo que escrevo com registro profissional. Quem me procura de Ponta Grossa ou dos Campos Gerais raramente chega perguntando qual praia é mais bonita: chega com a agenda cheia, com o negócio em expansão e com a pergunta de onde uma praça de litoral se encaixa no que a família já construiu. É assim que eu atendo.
Talvez não seja para tirar. Se existe gargalo na operação e o aporte resolve, a operação ganha de mim e eu digo isso na primeira conversa. O que eu proponho não é trocar uma coisa pela outra: é olhar uma fatia do que sobra depois que a operação está atendida, e verificar se essa fatia precisa estar no mesmo lugar que todo o resto. Se a resposta hoje for não sobra nada, a conversa fica para depois e eu não insisto.
Porque conhecer bem um mercado é motivo para continuar nele, e não é motivo para estar só nele. O que a família tem hoje responde quase todo às mesmas razões: a mesma cidade, o mesmo tipo de inquilino, o mesmo calendário. Um imóvel em outra praça não é melhor que o seu, é diferente dele, com outro mercado, outro perfil de quem aluga e outro pagador. A pergunta que eu levo para a conversa não é qual dos dois é melhor: é qual lugar cada um ocupa agora que o patrimônio é maior do que era.
Pode fazer, e a resposta honesta às vezes é não. Se a casa do litoral paranaense é a casa da família, com clube, vizinhos e a turma de sempre, ela não está competindo com nada do que eu vendo: ela resolve as férias de vocês, e resolve bem. O que uma compra aqui faz é diferente, porque são dois mercados imobiliários que se movem por razões próprias. A diferença prática é que o imóvel em Santa Catarina pode ficar alugado nos períodos em que ninguém da família aparece. Na conversa eu ponho as duas colunas lado a lado, e não escondo a que não me favorece.
A obra você acompanha pelo que é documentado: relatório de evolução da incorporadora, registro de incorporação, cronograma do contrato e as fotos de cada etapa, que eu te mando sem você pedir. Depois da entrega, quem está no prédio todo dia é o síndico e a administradora, e é com eles que o contato fica. Eu continuo aqui, na mesma praça, e vejo o empreendimento de perto. O que a distância realmente tira de você é a visita por impulso, e isso se resolve com um roteiro de um dia, feito na viagem que a família já planeja.
Não sou eu, e é melhor que isso fique claro antes da compra. Quem faz isso são as administradoras locais e, em parte dos prédios, uma operação de locação contratada pelo próprio condomínio. Antes de você decidir, eu mostro quais atuam no empreendimento que você está olhando, o que cobram de taxa e o que está escrito no contrato delas. E digo também em quais prédios essa estrutura ainda não existe.
Muda o contrato, muda quem entra e muda o trabalho. No aluguel que você já administra existe um inquilino, contrato longo, reajuste por índice e previsibilidade alta. Na temporada existem muitos hóspedes ao longo do ano, preço que varia por época, períodos cheios e períodos vazios, e uma operação de limpeza, enxoval e atendimento que alguém precisa executar. São dois negócios diferentes dentro do mesmo setor, e é por isso que o cálculo não é o mesmo que você faz na sua cidade. Eu levo as duas colunas inteiras, não só a bonita, e projeção de rendimento futuro não entra, porque ninguém honesto sabe.
Menos do que parece, e é diferente da compra aí no Paraná em dois pontos: a escritura e o registro acontecem no cartório do município do imóvel, e o ITBI é recolhido naquela prefeitura, pela regra dela. O resto pode ser feito por procuração e assinatura digital, sem você sair da sua cidade. O que exige presença, na prática, é a visita, e ela cabe na viagem que a família já planeja.
Tem riscos próprios: prazo de entrega, reajuste da tabela pelo índice do contrato e solidez da incorporadora. Na conversa eu mostro onde cada um desses pontos aparece no contrato, como ler o registro de incorporação e como checar o histórico de quem está construindo. É o mesmo tipo de leitura que você já faz quando compra na planta na sua cidade, com outra prefeitura e outro cartório do outro lado.
A pergunta sobre faixa no formulário existe exatamente para isso. Você marca a faixa que considera, e eu te digo na hora se ela está dentro ou fora do que eu atendo, em vez de te mostrar o que não cabe no seu momento e descobrir isso depois de duas reuniões.
Não. Um contato para marcar, o atendimento, e o material por escrito. Depois disso eu só volto a falar se você pedir.
Cinco perguntas. Falo com você pelo WhatsApp para combinar o horário.