2RW Group

Boi, grão e a área arrendada para a usina.
Três receitas diferentes e um risco só.

A Sala do Investidor é um atendimento individual sobre lançamentos em Balneário Camboriú, Itapema, Bombinhas e Praia Brava. Com produtor de Mato Grosso do Sul a conversa não começa por vista para o mar: começa por concentração. O seu pasto, o seu talhão e a área que está com a usina ficam na mesma região, debaixo da mesma chuva e amarrados ao mesmo dólar. Um imóvel no litoral de Santa Catarina provavelmente é o primeiro ativo seu que não depende de chover.

Agendar meu atendimento Grão sendo descarregado da colheitadeira no caminhão graneleiro durante a colheita

Três receitas diferentes não são três riscos diferentes

Boi, grão e arrendamento de cana entram no caixa em meses diferentes, por canais diferentes e com compradores diferentes. No papel parecem três negócios. Na prática dependem dos mesmos dois fatores: chover na hora certa na sua região e o dólar que forma o preço da commodity. Quando o ano é bom, as três melhoram juntas. Quando falta água ou o preço vira, as três apertam juntas, inclusive o valor da área que serve de garantia do custeio.

E trocar soja por milho, ou grão por pasto, não resolve: continua sendo a mesma chuva, a mesma estrada e o mesmo câmbio. Isso não é defeito da sua operação. É o que acontece quando o patrimônio inteiro mora no mesmo lugar.

Não vou te dizer que apartamento é melhor que terra. Seria mentira e você perceberia na primeira frase. O que ele é, é descorrelacionado: estiagem em Mato Grosso do Sul não derruba a temporada em Balneário Camboriú, e um verão fraco no litoral não tem efeito nenhum na sua produtividade nem no seu contrato com a usina. São dois ciclos que não se conversam. É só isso que eu estou propondo, e já é bastante.

Boi, grão, cana arrendada, máquina e o custeio

Cinco linhas diferentes na sua planilha. Um único risco embaixo delas: o clima da sua região e o preço das suas commodities.

Um imóvel noutra ponta do país

Outro clima, outra demanda e outro comprador. O que faz ele valer mais ou menos não passa pelo seu talhão nem pela usina que arrendou a sua área.

Vista aérea de colheitadeira avançando na divisa entre a área colhida e a não colhida

A divisa que importa não é essa

Separar o colhido do não colhido você faz melhor do que ninguém. A divisão que esta página propõe é outra, e mais difícil: separar o que depende de chover do que não depende.


Quem arrenda para usina já trocou operar por receber

No cinturão sucroenergético de Mato Grosso do Sul, na região de Nova Andradina, Rio Brilhante, Maracaju e Angélica, muita propriedade tem uma parte arrendada para usina ou um contrato de fornecimento de cana. Quem está nessa situação já fez metade do que eu estou propondo: trocou safra própria por fluxo contratado. Entra dinheiro combinado e não entra trabalho de safra.

Por isso a comparação mais honesta desta página não é apartamento contra lavoura. É apartamento alugado contra área arrendada. As duas coisas são renda de contrato sobre um bem seu, operado por outra pessoa. Olhando assim, as semelhanças ficam claras, e as diferenças ficam ainda mais claras.

Nada disso é argumento contra arrendar. É argumento contra achar que arrendar mais já resolveu a diversificação. Resolveu a sua rotina, que é outra coisa.

Garra mecânica descarregando cana-de-açúcar colhida

Você não compara com nada. Compara com quatro coisas, e a primeira é boi

Nenhum produtor chega aqui sem alternativa na mão. Em Mato Grosso do Sul são quase sempre estas, e a conversa fica melhor quando elas entram na mesa desde o começo, em vez de ficarem na sua cabeça enquanto eu mostro planta.

Mais boi, recria ou confinamento

Aqui essa é quase sempre a primeira alternativa, e a mais forte: é o ativo que você entende de cor, com giro que imóvel nenhum tem. Depende do mesmo pasto, da mesma seca e do mesmo frete que o resto da sua operação.

Mais área

É a reação natural a dinheiro em caixa, e é o ativo que você sabe operar. Também é mais concentração no mesmo risco que você já carrega inteiro.

Arrendar mais área para a usina

Receita contratada sem operar, e por isso a alternativa mais parecida com o que eu ofereço. Só que sobre a mesma terra, no mesmo clima e com um pagador só.

CDB, Tesouro ou o fundo do gerente

Essa é de fato descorrelacionada da lavoura, e eu não vou falar mal dela. A diferença está em ser ou não um bem seu, que a família usa e que você vê de perto.

Máquina, curral, silo, armazém

Rende dentro do que você já faz e às vezes é a melhor decisão do ano. Continua sendo a mesma aposta, com mais fichas na mesma mesa.

E o que eu proponho

Uma fatia do patrimônio num ativo de outro ciclo. Não no lugar das opções acima: ao lado delas, para que um ano ruim deixe de atingir tudo de uma vez.

A conta se faz com o seu número, não com o meu. Preço de arroba, de saca, o que a sua área rende arrendada e quanto custa o seu custeio você conhece melhor do que eu. Você traz esses, eu levo os da praça por escrito, e os dois entram na mesma tabela.


Três diferenças de comportamento que pesam mais que vista para o mar

Tem um campo de prazo no formulário lá embaixo exatamente por isso. Se a sua resposta for "depois da safra", está certa: eu organizo a conversa para esse mês e não fico te ligando no meio do plantio.


Cinco praças vizinhas, cinco contas diferentes

Elas cabem num trecho curto de litoral e se comportam de forma distinta: densidade de lançamento, gabarito permitido, perfil de quem compra e perfil de quem aluga. É parecido com escolher área olhando só o mapa, sem olhar solo e regime de chuva. Quem olha só o preço do metro quadrado escolhe a praça errada.

Número de mercado envelhece em semanas, então nenhum deles aparece nesta página: preço de tabela, metro quadrado por praça e ocupação de temporada vão para a sua mão por escrito, com data e com a origem de cada um. Projeção de retorno futuro não existe em material meu. E comparação com arroba, com saca ou com valor de arrendamento eu não faço por estimativa: esses números são seus, você traz os de verdade e a gente põe na mesma tabela.

Praia central de Balneário Camboriú com a orla urbana ao fundo

Balneário Camboriú

O mercado mais líquido e mais caro dos seis, com a maior concentração de produto alto padrão e de comprador de fora do estado.

Praia aberta com orla arborizada e torres ao fundo no litoral de Santa Catarina

Itajaí e Praia Brava

Vizinha de Balneário Camboriú pelo túnel, com ocupação mais recente e outro tipo de prédio. Costuma interessar a quem achou Balneário cheia demais.

Perspectiva de empreendimento novo na orla de Itapema

Itapema

Obra nova concentrada na orla e entrada mais baixa para o mesmo tipo de produto. É onde a mesma quantia rende mais metro.

Baleeira ancorada em praia de Bombinhas

Bombinhas

Península com área construível limitada e gabarito baixo. Outro tipo de imóvel e uma temporada bem mais sazonal que as duas primeiras.

Pôr do sol sobre baía abrigada no litoral de Santa Catarina

Governador Celso Ramos

Baías abrigadas e lançamento mais recente, na direção de Florianópolis. Entrada mais baixa e liquidez menor que a de Balneário Camboriú.


Dois motivos que aparecem quase sempre, e não atrapalham a conta

Ninguém compra só por planilha, e não precisa fingir que compra. Nos dois casos abaixo o uso da família e a conta de investimento convivem, desde que isso esteja combinado antes e não descoberto depois.

Perspectiva de torres novas em Balneário Camboriú vistas da calçada

O filho estudando fora

Um imóvel que serve de moradia enquanto ele estuda e volta a render quando ele sai. Patrimônio no nome da família em vez de aluguel pago a fundo perdido. Isso muda o tipo de unidade que faz sentido: localização e tamanho na frente de vista.

Pôr do sol sobre praia aberta no litoral de Santa Catarina

Janeiro da família no litoral

Guardar as semanas que vocês usam e deixar o resto do calendário trabalhando. Tem custo, porque janeiro é a melhor parte da temporada, e eu mostro esse custo em vez de dizer que dá tudo certo.


Onde a terra ganha do apartamento

Se eu só falasse bem da minha praça e mal da sua, você fecharia a página, com razão. Então aqui está a parte que o anúncio não escreve.

É exatamente por isso que esta conversa é sobre uma fatia do patrimônio, nunca sobre trocar terra por apartamento. Se você sair daqui pensando em vender área para comprar imóvel, eu falhei em explicar. O objetivo é um só: que um ano ruim deixe de atingir cem por cento do que você tem.

Vista aérea de cima de uma colheitadeira descarregando grãos num transbordo puxado por trator

Como funciona a Sala do Investidor

Você responde cinco perguntas

Dois minutos. Serve para eu levar o material da praça que interessa a você, em vez de um catálogo genérico.

Conversamos por vídeo

Quarenta minutos, no seu horário, e pode ser cedo ou no fim do dia. Comparo as praças lado a lado, com estágio de obra e fluxo de pagamento.

Você recebe o estudo por escrito

Plantas, tabela vigente e o cenário de cada opção em PDF, com data. Se decidir visitar, eu monto o roteiro de um dia só com o que sobrou da sua lista.


Como se paga, e onde o negócio realmente se decide

A entrada mínima é 10% do valor de tabela, e ela é negociável: eu escuto a sua proposta e levo ela para a construtora. Durante a obra você paga entre 40% e 50% do imóvel, distribuído em parcelas mensais, balões anuais e um pagamento maior na entrega das chaves.

O saldo que sobra depois das chaves é o ponto que decide o negócio, e é justamente o que quase ninguém analisa com cuidado antes de assinar. Ele tem dois caminhos, e os dois cobram juros de formas diferentes.

Financiamento pelo sistema tradicional

Entra depois da entrega da obra. O prazo é longo, e a taxa depende da sua análise de crédito e da avaliação do imóvel, então o custo real só aparece quando o banco responde.

Parcelamento com a construtora

Negociado direto com quem construiu, sem passar pela análise do banco. Em geral o prazo é mais curto e o saldo é corrigido pelo índice que está no contrato, então o custo depende do índice e do prazo que der para negociar.

Qual dos dois sai mais barato muda de caso para caso, e a diferença entre eles não é pequena. A consultoria financeira que trabalha comigo simula os dois cenários com os seus números e mostra qual deles cobra menos juros na sua situação. Esse estudo é parte do atendimento, não um serviço à parte: é o que eu faço antes de você assinar qualquer coisa.


Quem está do outro lado da chamada

Retrato de Rubem Bernardi, corretor de imóveis

Rubem Bernardi, CRECI-SC 70743

Corretor de lançamentos no litoral de Santa Catarina, da 2RW Group. Moro e trabalho aqui, atendo as cinco praças desta página e respondo pelo que escrevo com registro profissional. Não entendo da sua pecuária, da sua lavoura nem do seu contrato de arrendamento, e não vou fingir que entendo. Entendo destas cinco praças, e é sobre isso que eu falo: você confere o número, compara com o que já tem e decide sozinho.


O que os produtores me perguntam

Nunca comprei imóvel fora do meu estado. Dá muito trabalho?

Menos do que parece, e a diferença está em dois pontos: a escritura e o registro acontecem no cartório do município do imóvel, e o ITBI é recolhido naquela prefeitura, com a alíquota e o prazo dela, não no seu município. O resto pode ser feito por procuração e assinatura digital, do escritório da fazenda. O que exige presença, na prática, é a visita.

Tenho área arrendada para usina. Isso ajuda ou complica essa compra?

Ajuda num ponto e exige cuidado noutro. Ajuda porque o arrendamento tem data própria de pagamento, fora do calendário de safra, e isso dá base mais firme para dimensionar parcela do que o caixa de quem só colhe. O cuidado é que eu não leio e não opino sobre o seu contrato de arrendamento: quem faz isso é o seu advogado. Da minha parte eu preciso saber só duas coisas, em que meses entra dinheiro e quanto desse fluxo você aceita comprometer. A compra do imóvel não toca na área arrendada e não altera nada do que você assinou com a usina.

Dá para pagar com a safra? Como é o fluxo da incorporadora?

Em lançamento o pagamento é parcelado ao longo da obra, normalmente com entrada, parcelas durante a construção e um saldo na entrega, e há espaço para negociar reforços em meses específicos. Cláusula de safra não existe no contrato, então o que a gente faz é encaixar esses reforços nos meses em que você comercializa, ou nos meses em que o arrendamento cai. Eu mostro o fluxo real da unidade que você escolher, com as datas e o índice de reajuste escritos, antes de qualquer assinatura. Não trabalho com fluxo genérico de página de internet.

E se vier um ano ruim no meio do fluxo de pagamento?

É a pergunta certa, e a resposta honesta é que o contrato não sabe o que é safra: ele tem data, índice de reajuste e consequência prevista para atraso. Por isso eu insisto que a parcela seja dimensionada pelo seu ano ruim e não pelo seu melhor ano, e que a gente leia juntos, antes de assinar, o que está escrito sobre atraso, renegociação e repasse. Se o fluxo só fecha em cenário de safra boa ou de boi em alta, eu digo que não fecha.

Quem administra o aluguel a essa distância?

Não sou eu. Quem faz isso são as administradoras locais e, em parte dos prédios, uma operação de locação contratada pelo próprio condomínio. Antes da compra eu te mostro quais atuam no empreendimento que você está olhando, o que cobram de taxa e o que está escrito no contrato delas. E digo também em quais prédios essa estrutura ainda não existe, porque isso muda a sua conta.

Não conheço Balneário Camboriú. Como eu avalio sem referência?

Pelo que é verificável à distância, do mesmo jeito que você checa uma área antes de comprar: quem é a incorporadora e o que ela já entregou, estágio real da obra, registro de incorporação, metro quadrado praticado na quadra e não na cidade inteira, e o que o entorno já tem construído. Eu levo esses itens em lista, um por um, para você conferir por fora se quiser, com o seu advogado ou com o seu contador.

Em vez disso, não é melhor comprar mais área ou mais boi?

Pode ser, e às vezes é. Se aparecer área vizinha boa, com sinergia de pasto, máquina e logística, ou uma oportunidade clara de recria, essa conta é difícil de bater e eu não vou tentar. O que eu digo é outra coisa: essa compra aumenta a sua exposição ao mesmo clima e à mesma commodity. Se hoje quase todo o seu patrimônio depende de chover na sua região, a pergunta não é qual rende mais, é quanto do seu patrimônio você aceita que dependa de um único fator.

A família quer usar em janeiro. Isso estraga o investimento?

Não estraga, mas tem custo, e esse custo é justamente o período mais forte da temporada. Quando o uso da família está declarado desde o começo, dá para escolher unidade e modelo de locação pensando nisso. O que dá problema é comprar como investimento puro e depois bloquear as melhores semanas sem recalcular nada.

Serve para o meu filho que estuda fora?

É um dos usos mais comuns nestas praças. Nesse caso os critérios mudam: distância da faculdade, segurança do prédio, tamanho e custo de condomínio passam na frente de vista para o mar. E vale decidir desde já se, depois da formação, o imóvel vira locação ou venda, porque isso também muda a unidade certa.

Quanto preciso ter para começar essa conversa?

Não tenho piso nem teto de valor. A faixa no formulário é a sua escolha, inclusive a mais baixa: ela existe para eu já chegar na conversa com o que cabe no seu momento, não para te deixar de fora dela.

Comprar na planta é mais arriscado?

Tem riscos próprios: prazo de entrega, reajuste da tabela pelo índice do contrato e solidez da incorporadora. Na conversa eu mostro onde cada um desses pontos aparece no contrato, como ler o registro de incorporação e como checar o histórico de quem está construindo.

Você vai me ligar todo dia depois disso?

Não. Um contato para marcar, o atendimento, e o material por escrito. Depois disso eu só volto a falar se você pedir, e no mês que você disser.


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Cinco perguntas, dois minutos. Falo com você pelo WhatsApp para combinar o horário.

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