Maringá é um dos poucos lugares do Brasil onde a avenida, o bosque, o traçado e o lugar de cada coisa foram decididos numa prancheta antes de a primeira casa subir, e quem mora aí sabe disso e gosta de dizer, com razão. O patrimônio da família quase nunca teve essa sorte: o apartamento apareceu numa boa condição, a sala comercial o sócio vendia, o terreno o pai deixou, a loja virou investimento sem ninguém decidir que seria. Cada peça foi uma boa decisão isolada, e o conjunto nunca foi desenhado. A Sala do Investidor é um atendimento individual sobre lançamentos em cinco praças do litoral de Santa Catarina, e com você a conversa começa exatamente onde a sua cidade começou: na prancheta.
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Em Maringá, em Sarandi, em Paiçandu, em Marialva, em Mandaguaçu, em Mandaguari, em Astorga, em Cianorte, em Paranavaí e em Campo Mourão, o argumento a favor de planejar não precisa de apresentação. A cidade polo da região foi desenhada antes de existir, e isso se vê andando por ela: a largura da avenida, o lugar do bosque, a ordem das coisas. Parar, olhar o todo e decidir onde cada peça vai antes de começar a construir não é teoria por aí. É história local.
O patrimônio da família seguiu outro caminho, e isso não é crítica nem erro: é como quase todo patrimônio brasileiro se forma. Com dinheiro vindo da lavoura, da agroindústria, da confecção, da clínica, do consultório, da universidade ou do comércio e dos serviços de uma capital regional, o que apareceu foi comprado porque era bom quando apareceu. O problema não está em nenhuma dessas compras. Está no fato de que ninguém nunca sentou com a planta inteira na mesa.
E um patrimônio que cresce por acúmulo termina quase sempre no mesmo lugar: tudo no mesmo município, no mesmo tipo de ativo, com o mesmo perfil de inquilino e dependendo do mesmo ciclo. Não por descuido, por falta de prancheta. A conversa que eu proponho é a mesma que fundou a sua cidade: parar e desenhar, decidir o que fica onde e por quê, em vez de reagir à próxima oportunidade que aparecer.
Cresce pela oportunidade que bateu na porta, uma boa decisão de cada vez. Funciona, e tem um efeito colateral silencioso: no fim de duas décadas tudo está no mesmo mercado, respondendo às mesmas razões, sem que ninguém tenha decidido isso.
Começa pela pergunta de onde cada peça deve ficar e para que ela serve: qual mercado, qual calendário, qual pagador. Dá mais trabalho na largada, e é a diferença entre ter imóveis e ter um conjunto.
Esse é o argumento central, e ele cabe numa frase. O imóvel é da família: quem decide o mês é você, e não a lista de espera de quem reservou primeiro. Nos meses em que ninguém da família aparece, ele fica locado e gera receita em vez de só gerar despesa. De Maringá a praia é viagem marcada em qualquer direção, então esses meses são a maior parte do ano, e é justamente por isso que a conta muda de natureza.
É a diferença entre um bem parado e um bem que trabalha nos meses em que ninguém da família aparece. Isso não é promessa de rendimento e eu não vou tratar como se fosse: condomínio, IPTU, manutenção e a taxa de quem administra entram na mesma folha que a parcela, e é essa folha inteira que eu levo para a conversa, não só a parte bonita dela.
O calendário de uso é combinado por vocês, com antecedência, e a data sai quando a viagem for possível para a família, não quando sobrar lugar.
Nos meses vazios o imóvel fica locado por temporada e passa a ter receita própria. Quanto entra depende do prédio, do andar e do mês, e isso vai por escrito, nunca como projeção.
Ninguém de Maringá, de Marialva, de Cianorte ou de Campo Mourão chega aqui sem parâmetro, e o seu é mais afiado que a média: essa é uma cidade de mercado imobiliário próprio e verticalizado, que o investidor local acompanha de perto e sabe de cor. São quase sempre estes três parâmetros, e a conversa fica melhor quando eles entram na mesa desde o começo, em vez de ficarem na sua cabeça enquanto eu mostro planta. Existe uma quarta opção, que é deixar o recurso no banco ou em aplicação: essa eu não disputo e nem sou a pessoa para falar dela. Quem compara retorno de investimento financeiro é o seu assessor, não o corretor.
O apartamento, a sala, o terreno na cidade onde você mora. É o movimento natural, é o parâmetro mais honesto que você tem porque esse mercado você avalia sozinho, e é exatamente o movimento que faz o patrimônio crescer por acúmulo. Eu comparo linha por linha, com a tabela dos dois lados na data da conversa.
Caiobá, Matinhos, Guaratuba, Pontal do Paraná. É a praia da tradição da sua família, muita gente da região tem ou já teve casa lá, e eu não tenho uma gota de superioridade a oferecer sobre ela. Ela não está em disputa com nada do que eu faço: faz um trabalho que nenhum lançamento meu faz.
A lavoura, a confecção, a clínica, o consultório, a empresa. Costuma ser a opção que você conhece melhor e a que mais compete comigo, e com razão. O que ela não faz é colocar patrimônio num mercado que se move por razões diferentes das suas, com outro calendário de ocupação.
Se a ideia é desenhar em vez de acumular, o desenho começa aqui. As cinco cabem num trecho curto de costa e se comportam de forma distinta: densidade de lançamento, gabarito permitido, perfil de quem compra e perfil de quem aluga. Quem olha só o preço do metro quadrado escolhe a praça errada, e quem escolhe pela praia que já conhece de visita escolhe por um motivo que não é o mercado dela.
Número de mercado envelhece em semanas, então nenhum deles aparece nesta página: preço de tabela, metro quadrado por praça e ocupação de temporada vão para a sua mão por escrito, com data e com a origem de cada um. Projeção de retorno futuro não existe em material meu.
O mercado mais líquido e mais caro dos cinco, com a maior concentração de produto alto padrão e de comprador de fora do estado.
Vizinha de BC pelo túnel, com ocupação mais recente e outro tipo de prédio. Costuma interessar a quem achou BC movimentada demais.
Obra nova concentrada na orla e entrada mais baixa para o mesmo tipo de produto. É onde o mesmo aporte rende mais metro.
Península com área construível limitada e gabarito baixo. Outro tipo de imóvel e uma temporada bem mais sazonal que as duas primeiras.
Baías abrigadas e lançamento mais recente, na direção de Florianópolis. Entrada mais baixa e liquidez menor que a de BC.
Se eu só elogiasse a minha praça você desconfiaria, com razão. E eu estou falando com quem acompanha o próprio mercado de perto, então vai a parte que o anúncio não escreve.
O que muda em Santa Catarina não é a qualidade do ativo e não é a competência de quem administra: é o tipo de produto e o perfil de quem compra e de quem aluga, com estoque novo, verticalização recente e um comprador que vem de fora do estado em boa parte do ano. É disso que trata a conversa. E se o seu caso é um dos quatro acima, você vai ouvir isso de mim na primeira meia hora, não depois de três reuniões e uma viagem.
Fique com o que você tem na cidade. O imóvel de Maringá continua fazendo o que faz bem: contrato longo, inquilino que fica, administração a uma volta de carro e um mercado que você avalia sozinho. Nada do que eu vendo substitui isso.
O de Santa Catarina entra no desenho fazendo outra coisa: outro mercado, outro calendário, outro pagador. A sua família usa no período que escolher e no resto do ano ele fica alugado, gerando receita enquanto está vazio. Um não disputa o lugar do outro, e é por isso que faz sentido olhar os dois na mesma planta em vez de escolher entre eles.
Dois minutos. Serve para eu levar o material da praça que interessa a você, em vez de um catálogo genérico.
Quarenta minutos, no seu horário. Comparo as praças lado a lado e coloco o parâmetro de Maringá na mesma tabela, com estágio de obra e fluxo de pagamento.
Plantas, tabela vigente e o cenário de cada opção em PDF, com data. Se decidir visitar, eu monto o roteiro de um dia só com o que sobrou da sua lista.
A entrada mínima é 10% do valor de tabela, e ela é negociável: eu escuto a sua proposta e levo ela para a construtora. Durante a obra você paga entre 40% e 50% do imóvel, distribuído em parcelas mensais, balões anuais e um pagamento maior na entrega das chaves.
O saldo que sobra depois das chaves é o ponto que decide o negócio, e é justamente o que quase ninguém analisa com cuidado antes de assinar. Ele tem dois caminhos, e os dois cobram juros de formas diferentes.
Entra depois da entrega da obra. O prazo é longo, e a taxa depende da sua análise de crédito e da avaliação do imóvel, então o custo real só aparece quando o banco responde.
Negociado direto com quem construiu, sem passar pela análise do banco. Em geral o prazo é mais curto e o saldo é corrigido pelo índice que está no contrato, então o custo depende do índice e do prazo que der para negociar.
Qual dos dois sai mais barato muda de caso para caso, e a diferença entre eles não é pequena. A consultoria financeira que trabalha comigo simula os dois cenários com os seus números e mostra qual deles cobra menos juros na sua situação. Esse estudo é parte do atendimento, não um serviço à parte: é o que eu faço antes de você assinar qualquer coisa.
Corretor de lançamentos no litoral de Santa Catarina, da 2RW Group. Moro e trabalho aqui, atendo as cinco praças desta página e respondo pelo que escrevo com registro profissional. Quem me procura de Maringá ou das cidades em volta raramente chega perguntando qual praia é mais bonita: chega conhecendo o mercado da própria cidade de cor, querendo saber onde uma praça de litoral se encaixa no que a família já construiu. É assim que eu atendo.
Porque conhecer bem um mercado é motivo para continuar nele, e não é motivo para estar só nele. Tudo o que você tem hoje responde às mesmas razões: a mesma cidade, o mesmo tipo de inquilino, o mesmo ciclo. Um imóvel em outra praça não é melhor que o seu, é diferente dele, com outro mercado, outro calendário de ocupação e outro perfil de quem paga. A pergunta que eu levo para a conversa não é qual dos dois é melhor: é qual lugar cada um ocupa no desenho do conjunto.
Pode fazer, e a resposta honesta às vezes é não. Se a casa do litoral paranaense é a casa da família, com clube, vizinhos e a turma de sempre, ela não está competindo com nada do que eu vendo: ela resolve as férias de vocês, e resolve bem. O que uma compra aqui faz é diferente, porque são dois mercados imobiliários que se movem por razões próprias. A diferença prática é que o imóvel em Santa Catarina pode ficar alugado nos meses em que ninguém da família aparece. Na conversa eu ponho as duas colunas lado a lado, e não escondo a que não me favorece.
A obra você acompanha pelo que é documentado: relatório de evolução da incorporadora, registro de incorporação, cronograma do contrato e as fotos de cada etapa, que eu te mando sem você pedir. Depois da entrega, quem está no prédio todo dia é o síndico e a administradora, e é com eles que o contato fica. Eu continuo aqui, na mesma praça, e vejo o empreendimento de perto. O que a distância realmente tira de você é a visita por impulso, e isso se resolve com um roteiro de um dia, feito na viagem que a família já planeja.
Não sou eu, e é melhor que isso fique claro antes da compra. Quem faz isso são as administradoras locais e, em parte dos prédios, uma operação de locação contratada pelo próprio condomínio. Antes de você decidir, eu mostro quais atuam no empreendimento que você está olhando, o que cobram de taxa e o que está escrito no contrato delas. E digo também em quais prédios essa estrutura ainda não existe.
Muda o contrato, muda quem entra e muda o trabalho. No anual você tem um inquilino, um contrato longo, reajuste por índice e previsibilidade alta. Na temporada você tem muitos hóspedes ao longo do ano, preço que varia por mês e por semana, meses cheios e meses vazios, e uma operação de limpeza, enxoval e atendimento que alguém precisa executar. São dois negócios diferentes dentro do mesmo setor, e é por isso que o cálculo não é o mesmo que você faz na sua cidade. Eu levo as duas colunas inteiras, não só a bonita, e projeção de rendimento futuro não entra, porque ninguém honesto sabe.
Menos do que parece, e é diferente da compra aí no Paraná em dois pontos: a escritura e o registro acontecem no cartório do município do imóvel, e o ITBI é recolhido naquela prefeitura, pela regra dela. O resto pode ser feito por procuração e assinatura digital, sem você sair de Maringá. O que exige presença, na prática, é a visita, e ela cabe na viagem que a família já planeja.
Tem riscos próprios: prazo de entrega, reajuste da tabela pelo índice do contrato e solidez da incorporadora. Na conversa eu mostro onde cada um desses pontos aparece no contrato, como ler o registro de incorporação e como checar o histórico de quem está construindo. É o mesmo tipo de leitura que você já faz quando compra na planta na sua cidade, com outra prefeitura e outro cartório do outro lado.
Não tenho piso nem teto de valor. A faixa no formulário é a sua escolha, inclusive a mais baixa: ela existe para eu já chegar na conversa com o que cabe no seu momento, não para te deixar de fora dela.
Não. Um contato para marcar, o atendimento, e o material por escrito. Depois disso eu só volto a falar se você pedir.
Cinco perguntas, dois minutos. Falo com você pelo WhatsApp para combinar o horário.