Com quem mora em Itajaí, em Navegantes, em Balneário Camboriú, em Camboriú, na Penha, em Piçarras, em Barra Velha, em Porto Belo, em Bombinhas ou em Itapema eu não tenho litoral para apresentar: você acorda nele. E você provavelmente já tem imóvel aqui, escolhido pelo bairro da escola dos filhos, pela rua perto do trabalho, pela vista que você quis ver todo dia. Essa é uma decisão de moradia e ela está certa. A decisão de renda se faz por outro critério e quase nunca cai no mesmo endereço. A Sala do Investidor é um atendimento individual sobre lançamentos em cinco praças deste litoral.
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É o que separa a conversa daqui da conversa que eu tenho com quase todo mundo que me procura de fora. O dinheiro desta região vem do porto, do comércio exterior, da logística, da pesca industrial, da construção civil e do agro que escoa por aqui, e quem ganha bem nesses setores quase sempre resolveu primeiro a casa. Comprou perto do trabalho, perto da escola, perto da família, com a metragem que a família precisava. Ninguém escolhe moradia olhando planilha, e ninguém deveria.
Só que renda se escolhe por outra lista de perguntas: qual praça a demanda de temporada procura primeiro, qual prédio aluga antes dos vizinhos, qual andar e qual metragem saem da fila primeiro, quem administra, o que o condomínio permite. Nenhuma dessas perguntas aparece quando a decisão é onde a família vai morar. Por isso as duas escolhas quase nunca coincidem, e isso não é erro nenhum: é só uma decisão que ainda não foi tomada.
Bairro, escola, trajeto, vizinhança, a vista que você quis para o seu dia. Decisão tomada, acertada e fora de discussão nesta conversa.
Praça, prédio, andar, metragem e mês. Nada disso tem a ver com onde é bom morar, e é exatamente por isso que o endereço dificilmente é o mesmo.
Quem compra daqui de dentro faz sozinho o que o investidor de outro estado precisa contratar. Você passa na obra num sábado e vê a laje subindo com os próprios olhos. Você conhece a reputação da incorporadora de ouvir falar há anos, na mesa do almoço, por quem trabalhou na obra. Você sabe qual rua enche de gente no verão e qual esvazia em março, porque passa por ela em todos os meses do ano. E, se quiser, administra o imóvel sem depender de ninguém.
O investidor de São Paulo paga um corretor para ser os olhos dele. Você já tem os olhos. O que eu entro para fazer é outra coisa, e eu sou específico sobre isso: o acesso à tabela e ao fluxo de pagamento de várias incorporadoras ao mesmo tempo, e a comparação entre as cinco praças na mesma mesa. Não é conhecimento de praia. Nisso você não precisa de mim.
E tem uma liberdade que só quem mora aqui tem, que vale dizer com todas as letras: você não precisa usar o imóvel. Quem compra de Curitiba, de Porto Alegre ou de Chapecó escolhe sempre com metade do olho na família, porque vai passar o verão lá dentro, e isso tira praça, prédio e planta da conta. Você mora no litoral. Então o imóvel pode ser escolhido cem por cento por critério de renda e de patrimônio, sem precisar agradar ninguém, inclusive você.
Ninguém de Itajaí, de Navegantes, da Penha, de Piçarras, de Barra Velha ou de Itapema chega aqui sem parâmetro. São quase sempre estes três, e a conversa fica melhor quando eles entram na mesa desde o começo, em vez de ficarem na sua cabeça enquanto eu mostro planta. O banco e a aplicação financeira também aparecem, e ali a comparação é curta: aplicação é liquidez, e liquidez resolve um problema que não é o de formar patrimônio.
É o movimento natural de quem conhece o próprio pedaço melhor que qualquer corretor. Você sabe o preço da quadra, quem construiu bem e qual portaria dá problema. O ponto não é que seja ruim: é que repetir o endereço que você já tem concentra tudo no mesmo lugar, e a escolha original dele era morar.
O galpão maior, mais um caminhão na frota, o barco, a participação que o sócio quer vender. Muitas vezes é a decisão certa, porque ninguém estima o retorno daquele investimento melhor que você. Eu não disputo isso. Só registro que esse caminho deixa o patrimônio inteiro dentro do mesmo negócio e do mesmo ciclo.
Comum em quem acompanhou esta região de perto e sabe de cor onde a cidade cresceu. É um parâmetro honesto e eu coloco as duas contas lado a lado na data da conversa. A diferença é o calendário: terreno não gera receita enquanto espera, e o lançamento entra numa operação de locação já montada.
Você dirige por essas cinco a vida inteira, e isso é mais do que qualquer cliente meu de fora sabe. Mas conhecer a praia é diferente de conhecer o mercado dela. As cinco cabem num trecho curto de costa e se comportam de forma distinta entre si: densidade de lançamento, gabarito permitido, perfil de quem compra e perfil de quem aluga. Comprar em Bombinhas morando em Itajaí não é a mesma coisa que comprar duas portas ao lado, e quem olha só o preço do metro quadrado escolhe a praça errada.
Número de mercado envelhece em semanas, então nenhum deles aparece nesta página: preço de tabela, metro quadrado por praça e ocupação de temporada vão para a sua mão por escrito, com data e com a origem de cada um. Projeção de retorno futuro não existe em material meu.
O mercado mais líquido e mais caro dos cinco, com a maior concentração de produto alto padrão e de comprador de fora do estado.
A sua própria cidade, com ocupação mais recente e outro tipo de prédio que o de BC. É onde você tem o melhor olho e, por isso mesmo, onde eu preciso ser mais exato.
Obra nova concentrada na orla e entrada mais baixa para o mesmo tipo de produto. É onde o mesmo aporte rende mais metro.
Península com área construível limitada e gabarito baixo. Outro tipo de imóvel e uma temporada bem mais sazonal que as duas primeiras.
Baías abrigadas e lançamento mais recente, na direção de Florianópolis. Entrada mais baixa e liquidez menor que a de BC.
Se eu só elogiasse a minha tabela você desconfiaria, com razão, e você tem mais motivo que os outros para desconfiar, porque conhece esta costa por dentro. Então vai a parte incômoda primeiro: você já está concentrado. A casa, o negócio, a sala comercial, o terreno e o emprego dos filhos estão todos no mesmo litoral, expostos ao mesmo ciclo de temporada, de obra e de porto. Quando esse ciclo aperta, aperta tudo junto, porque é tudo a mesma coisa. Comprar mais uma unidade na mesma quadra aprofunda essa concentração em vez de resolver.
Se o seu caso é um dos quatro acima, você ouve isso na primeira meia hora, não depois de três reuniões.
Em nenhum momento eu vou dizer para você não comprar nesta região. Eu vendo nela e moro nela. O que eu digo é que as cinco praças não são o mesmo mercado, e que essa diferença pesa mais para você do que para qualquer cliente de fora. Balneário Camboriú, Itajaí e Praia Brava, Itapema, Bombinhas e Governador Celso Ramos têm densidade de lançamento, gabarito, perfil de comprador e perfil de quem aluga diferentes entre si. Quem mora aqui tende a comprar onde já conhece, porque é o que está à mão e o que dá segurança, e é exatamente isso que concentra.
Você já acertou a decisão de moradia. Essa está fechada e ninguém vai mexer nela. A decisão de renda é outra, se faz por outro critério e ainda está em aberto. É sobre ela, e só sobre ela, que eu quero conversar.
Dois minutos. Serve para eu levar o material da praça que interessa a você, em vez de um catálogo genérico.
Quarenta minutos, no seu horário. Comparo as cinco praças lado a lado e coloco o seu parâmetro, o bairro ou o terreno, na mesma tabela, com estágio de obra e fluxo de pagamento.
Plantas, tabela vigente e o cenário de cada opção em PDF, com data. Material que dá para levar ao contador, ao sócio e à reunião de família sem eu estar na sala, e para conferir na obra você mesmo.
A entrada mínima é 10% do valor de tabela, e ela é negociável: eu escuto a sua proposta e levo ela para a construtora. Durante a obra você paga entre 40% e 50% do imóvel, distribuído em parcelas mensais, balões anuais e um pagamento maior na entrega das chaves.
O saldo que sobra depois das chaves é o ponto que decide o negócio, e é justamente o que quase ninguém analisa com cuidado antes de assinar. Ele tem dois caminhos, e os dois cobram juros de formas diferentes.
Entra depois da entrega da obra. O prazo é longo, e a taxa depende da sua análise de crédito e da avaliação do imóvel, então o custo real só aparece quando o banco responde.
Negociado direto com quem construiu, sem passar pela análise do banco. Em geral o prazo é mais curto e o saldo é corrigido pelo índice que está no contrato, então o custo depende do índice e do prazo que der para negociar.
Qual dos dois sai mais barato muda de caso para caso, e a diferença entre eles não é pequena. A consultoria financeira que trabalha comigo simula os dois cenários com os seus números e mostra qual deles cobra menos juros na sua situação. Esse estudo é parte do atendimento, não um serviço à parte: é o que eu faço antes de você assinar qualquer coisa.
Corretor de lançamentos no litoral de Santa Catarina, da 2RW Group. Moro e trabalho aqui, atendo as cinco praças desta página e respondo pelo que escrevo com registro profissional. Com quem é da região o atendimento é mais curto e mais técnico, porque a parte que eu costumo gastar explicando o litoral você já sabe, e sobra tempo para a conta que importa.
Não é para conhecer a praia, e eu não vou fingir que sei dela mais que você. São duas coisas concretas. A primeira é acesso: eu tenho a tabela vigente e o fluxo de pagamento de várias incorporadoras ao mesmo tempo, com o que está disponível de verdade hoje, e isso não está em portal nem em plantão de stand, onde cada um só mostra o próprio prédio. A segunda é a comparação entre as cinco praças na mesma mesa, com os mesmos critérios, que é trabalho de quem olha as cinco toda semana. Se você já tem as duas coisas, não precisa de mim, e eu te digo isso na primeira conversa.
Porque o que você tem foi escolhido para morar. O critério foi bairro, trajeto, escola e a vista que você quis, e isso está certo. Renda se escolhe por outra lista: qual praça a procura de temporada busca primeiro, qual prédio aluga antes, qual andar e qual metragem saem da fila primeiro, quem administra. As duas listas quase nunca apontam para o mesmo endereço. Não é trocar um pelo outro: é tomar a segunda decisão, que ainda não foi tomada.
Não existe resposta honesta em forma de ranking, e quem te der uma está vendendo o estoque que tem na mão. O que mais pesa não é a cidade: é o prédio, o andar, a metragem e o mês. Duas unidades no mesmo quarteirão se comportam de forma diferente por causa de vista, de posição em relação ao sol e do que o condomínio permite em locação curta. O que eu levo para a conversa é o comparativo das cinco com a tabela vigente, por escrito, com data e com a origem de cada informação. Número em página de internet envelhece em semanas, então aqui não tem nenhum.
Em muitos casos não, e essa é uma vantagem real sua: você está aqui, resolve entrada e saída de hóspede sem intermediário e fica com a taxa que iria para terceiro. Vale olhar três coisas antes de decidir. Primeiro, o que a convenção do condomínio permite em locação por temporada, porque em parte dos prédios há regra. Segundo, se o empreendimento já nasce com operação de locação contratada pelo próprio condomínio, o que muda a conta. Terceiro, o seu tempo em janeiro, que é quando a sua própria empresa também está no pico. Eu te mostro o que está escrito no contrato de cada caso e você decide.
Tem riscos próprios: prazo de entrega, reajuste da tabela pelo índice do contrato e solidez da incorporadora. A diferença no seu caso é que boa parte da verificação você faz sozinho, e eu prefiro que faça: registro de incorporação, histórico de entrega de quem está construindo e o estágio real da obra, que você confere passando em frente. Na conversa eu mostro onde cada um desses pontos aparece no contrato e como ler o registro.
São duas estratégias e elas pedem unidades diferentes, então essa pergunta vem antes de escolher o imóvel, não depois. Para locação pesa o que a temporada procura primeiro: posição, metragem eficiente, o que o condomínio permite e a estrutura de operação do prédio. Para revenda pesa estágio de obra, fluxo de pagamento e liquidez da praça, que não é igual nas cinco. O que eu não faço é projetar quanto rende uma ou outra, porque isso depende de valores que mudam e de um futuro que ninguém assina. Os números de hoje vão por escrito, com data.
A pergunta sobre faixa no formulário existe justamente para isso: você marca a sua e eu te digo na hora se está dentro do que eu atendo, antes de qualquer reunião. Também serve para eu não te mostrar unidade que não cabe no seu momento, nem a que sobra dele. Valor de tabela eu passo por escrito, com data, nunca em página de internet.
Não. Um contato para marcar, o atendimento, e o material por escrito. Depois disso eu só volto a falar se você pedir. Moramos na mesma região e nos cruzamos em outros lugares, e eu não vou queimar isso por insistência.
Cinco perguntas, dois minutos. Falo com você pelo WhatsApp para combinar o horário.