Essa é a única conta desta página, e ela é sua. Você não precisa que eu te apresente Balneário Camboriú, Itapema ou Bombinhas: você conhece a estrada, conhece o prédio e conhece a padaria da esquina. A Sala do Investidor é um atendimento individual sobre lançamentos nessas praças, e com quem mora em Curitiba e na região metropolitana a conversa não começa pelo lugar. Começa pela diferença entre voltar todo verão como hóspede e voltar com a escritura no nome.
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É o que separa quem mora em Curitiba e no entorno de quase todo mundo que me procura de outros estados. Para a maioria, a conversa começa convencendo a pessoa do litoral catarinense. Com você, não: a sua família desce para cá há anos, a viagem cabe num fim de semana e a decisão de ir já está tomada muito antes de dezembro. O que nunca aconteceu foi a compra.
Então o único cálculo que eu te peço é este: some os aluguéis de temporada que já saíram da sua conta, verão por verão, desde o primeiro. Eu não cravo esse número aqui, porque ele é seu e porque qualquer média que eu inventasse estaria errada para você. Mas ao fim dessa soma, por maior que ela seja, não sobrou patrimônio nenhum no seu nome.
Você paga a temporada, usa, devolve a chave. No ano seguinte o prédio é o mesmo, a tabela não é, e a disponibilidade depende de quem reservou antes de você.
Você escolhe as semanas que usa e o que faz com o resto do calendário. Entram outras contas no lugar do aluguel: condomínio, IPTU, manutenção e a taxa de quem administra. Eu coloco todas elas na mesma folha, não só a parcela.
Ninguém de Curitiba, de São José dos Pinhais, de Colombo, de Pinhais, de Araucária ou de Campo Largo chega aqui sem referência. São quase sempre estas três, e a conversa fica melhor quando elas entram na mesa desde o começo, em vez de ficarem na sua cabeça enquanto eu mostro planta.
Batel, Água Verde, Ecoville, Cabral, Juvevê, ou o bom lançamento da sua cidade, se você mora em São José dos Pinhais ou em Araucária. Metro quadrado de capital, prédio novo, sem mar. É o parâmetro mais honesto que você tem, porque esse preço você sabe de cor. Faço a comparação linha por linha, com a tabela dos dois lados na data da conversa.
Caiobá, Matinhos, Guaratuba, Pontal do Paraná. Muita família de Curitiba tem casa lá, ou cresceu na casa que os pais tinham, e essa casa não está em disputa com nada do que eu faço. O que muda entre as duas praias é o tipo de produto e o perfil de quem compra, não a qualidade do verão.
A alternativa que nunca entra na planilha porque não parece uma decisão de investimento. É a mais repetida das três: você já escolheu essa, vários verões seguidos, e ela é o verdadeiro ponto de partida da conversa.
Curitiba é a capital mais perto do litoral de Santa Catarina, e isso muda o tipo de decisão que está em cima da mesa. Para quem vem de avião, um imóvel de praia é o mês de janeiro. Para você é estrada: o feriado emendado, o sábado resolvido na hora, a semana de agosto em que a praia está vazia. E é exatamente por não depender de janeiro que a outra metade da conta fecha, porque nas semanas em que ninguém da família aparece o imóvel não precisa ficar trancado.
Vocês marcam as semanas da família e dos amigos de sempre, dentro ou fora do verão. Com a estrada curta, isso deixa de ser uma viagem por ano e vira uma decisão de sexta-feira.
Fora das suas semanas, o imóvel entra na locação de temporada e gera receita enquanto está vazio. Quem opera isso são as administradoras que atuam no prédio, e eu te mostro quais são, e o que cobram, antes de você comprar.
Você conhece esse litoral como visitante, e isso já é mais do que a maioria dos meus clientes de fora sabe. Mas conhecer a praia é diferente de conhecer o mercado dela. As cinco cabem num trecho curto de costa e se comportam de forma distinta: densidade de lançamento, gabarito permitido, perfil de quem compra e perfil de quem aluga. Quem olha só o preço do metro quadrado escolhe a praça errada, inclusive quem veraneia ali desde criança.
Número de mercado envelhece em semanas, então nenhum deles aparece nesta página: preço de tabela, metro quadrado por praça e ocupação de temporada vão para a sua mão por escrito, com data e com a origem de cada um. Projeção de retorno futuro não existe em material meu.
É também por isso que ter imóvel em duas praias não é repetir a mesma aposta. O litoral paranaense e o catarinense são dois mercados imobiliários diferentes, que se movem por razões próprias: estoque, obra nova, gabarito e de onde vem o comprador de cada um.
O mercado mais líquido e mais caro dos seis, com a maior concentração de produto alto padrão e de comprador de fora do estado.
Vizinha de BC pelo túnel, com ocupação mais recente e outro tipo de prédio. Costuma interessar a quem achou BC movimentada demais.
Obra nova concentrada na orla e entrada mais baixa para o mesmo tipo de produto. É onde o ticket da capital rende mais metro.
Península com área construível limitada e gabarito baixo. Outro tipo de imóvel e uma temporada bem mais sazonal que as duas primeiras.
Baías abrigadas e lançamento mais recente, na direção de Florianópolis. Entrada mais baixa e liquidez menor que a de BC.
Se eu só elogiasse a minha praça você desconfiaria, com razão. E aqui eu estou falando com quem talvez tenha casa em Caiobá, ou passou a infância inteira na casa que os pais tinham em Matinhos. Então vai a parte que o anúncio não escreve.
O que muda em Santa Catarina não é a praia, é o tipo de produto e o perfil de quem compra e de quem aluga: estoque novo, verticalização recente e um comprador que vem de fora do estado em boa parte do ano. É disso que trata a conversa. E se o seu caso é um dos quatro acima, você vai ouvir isso de mim na primeira meia hora, não depois de três reuniões e uma viagem.
A casa de Caiobá, de Guaratuba ou de Pontal resolve o seu fim de semana, e esse trabalho nenhum apartamento em Balneário Camboriú vai fazer por você. Fique com ela. O imóvel em Santa Catarina faz outra coisa: vocês escolhem o período em que vão usar, levam os amigos de sempre, e nas semanas em que a casa ficaria trancada ela entra na locação e devolve alguma coisa em vez de só custar.
Com três horas de estrada essas duas pontas param de brigar. Dá para ir num fim de semana qualquer, fora de janeiro, sem abrir mão de manter o imóvel ocupado no resto do calendário. Um não substitui o outro: a de lá é sua para usar, a de cá é sua para usar e para render. Quanto rende depende do prédio, do andar e do mês, e isso eu levo por escrito, com as administradoras que atuam no empreendimento, nunca como projeção.
Dois minutos. Serve para eu levar o material da praça que interessa a você, em vez de um catálogo genérico.
Quarenta minutos, no seu horário. Comparo as praças lado a lado e coloco o seu parâmetro de Curitiba na mesma tabela, com estágio de obra e fluxo de pagamento.
Plantas, tabela vigente e o cenário de cada opção em PDF, com data. Se decidir visitar, eu monto o roteiro de um dia só com o que sobrou da sua lista.
A entrada mínima é 10% do valor de tabela, e ela é negociável: eu escuto a sua proposta e levo ela para a construtora. Durante a obra você paga entre 40% e 50% do imóvel, distribuído em parcelas mensais, balões anuais e um pagamento maior na entrega das chaves.
O saldo que sobra depois das chaves é o ponto que decide o negócio, e é justamente o que quase ninguém analisa com cuidado antes de assinar. Ele tem dois caminhos, e os dois cobram juros de formas diferentes.
Entra depois da entrega da obra. O prazo é longo, e a taxa depende da sua análise de crédito e da avaliação do imóvel, então o custo real só aparece quando o banco responde.
Negociado direto com quem construiu, sem passar pela análise do banco. Em geral o prazo é mais curto e o saldo é corrigido pelo índice que está no contrato, então o custo depende do índice e do prazo que der para negociar.
Qual dos dois sai mais barato muda de caso para caso, e a diferença entre eles não é pequena. A consultoria financeira que trabalha comigo simula os dois cenários com os seus números e mostra qual deles cobra menos juros na sua situação. Esse estudo é parte do atendimento, não um serviço à parte: é o que eu faço antes de você assinar qualquer coisa.
Corretor de lançamentos no litoral de Santa Catarina, da 2RW Group. Moro e trabalho aqui, atendo as cinco praças desta página e respondo pelo que escrevo com registro profissional. Boa parte das famílias que eu vejo aqui no verão vem de Curitiba e da região metropolitana, e quem me procura daí não quer ser convencido do lugar: quer ver a conta de deixar de alugar. É assim que eu atendo.
Pode valer, e a resposta honesta às vezes é não. Se a casa do litoral paranaense é a casa da família, com clube, vizinhos e a turma de sempre, ela não está competindo com nada do que eu vendo: ela resolve uma coisa que Santa Catarina não resolve, e você está ainda mais perto dela. O que uma compra aqui faz é diferente: são dois mercados imobiliários que se movem por razões próprias, estoque e obra nova de um lado, estrutura consolidada do outro. Na conversa eu ponho as duas colunas lado a lado, e não escondo a que não me favorece.
Muda quem decide e muda o que fica. Alugando, você escolhe entre o que sobrou e paga a tabela daquele verão. Sendo dono, você escolhe as suas semanas e decide o que fazer com o resto do calendário, mas assume condomínio, IPTU, manutenção, a taxa de quem administra e a parcela enquanto houver. Eu levo as duas colunas inteiras, não só a bonita. Projeção de rendimento futuro não entra, porque ninguém honesto sabe.
Não publico percentual nem projeção, e desconfie de quem publica. O que eu levo para a conversa é verificável: quais administradoras atuam naquele prédio, o que cada uma cobra de taxa, o que está escrito no contrato delas sobre reserva, limpeza e repasse, e em quais empreendimentos essa estrutura ainda não existe, caso em que a locação passa a ser trabalho seu. Com isso você monta o seu próprio cenário, com os seus números, em vez de receber o meu pronto.
Menos do que parece, e é diferente da compra aí no Paraná em dois pontos: a escritura e o registro acontecem no cartório do município do imóvel, e o ITBI é recolhido naquela prefeitura, com a alíquota e o prazo dela. O resto pode ser feito por procuração e assinatura digital. O que exige presença, na prática, é a visita, e essa você já faz todo verão.
Não sou eu. Quem faz isso são as administradoras locais e, em parte dos prédios, uma operação de locação contratada pelo próprio condomínio: entrega de chave, limpeza entre hóspedes, manutenção e prestação de contas. Antes da compra eu te mostro quais atuam no empreendimento que você está olhando e o que está escrito no contrato delas. Onde essa estrutura não existe, eu digo também.
Pelo que é verificável sem depender de mim: quem é a incorporadora e o que ela já entregou, estágio real da obra, registro de incorporação, metro quadrado praticado na quadra e não na cidade inteira, e o que o entorno já tem construído. Eu levo esses itens em lista, um por um, para você conferir por fora, inclusive passando lá no próximo fim de semana.
Tem riscos próprios: prazo de entrega, reajuste da tabela pelo índice do contrato e solidez da incorporadora. Na conversa eu mostro onde cada um desses pontos aparece no contrato, como ler o registro de incorporação e como checar o histórico de quem está construindo.
Não tenho piso nem teto de valor. A faixa no formulário é a sua escolha, inclusive a mais baixa: ela existe para eu já chegar na conversa com o que cabe no seu momento, não para te deixar de fora dela.
Não. Um contato para marcar, o atendimento, e o material por escrito. Depois disso eu só volto a falar se você pedir.
Cinco perguntas, dois minutos. Falo com você pelo WhatsApp para combinar o horário.